Começaremos com esse post uma série bem instigante sobre alguns temas recorrentes na História da Arte. Já percebeu que quase todo artista famoso nas artes plásticas, por exemplo, esculpiu algum personagem bíblico como Maria ou Jesus? Já teve curiosidade em saber quais são as cenas de guerra, as mulheres amadas ou os casais mais pintados no mundo? Fique conosco e você descobrirá! Para hoje, separamos os beijos mais famosos na Arte.

 

As representações de beijos são bem comuns nos principais museus e galerias de arte ao redor do mundo. Seja o amor romântico, o amor fraternal ou materno, o beijo parece ser uma espécie de selo em relacionamentos chegando a se constituir quase como um conceito se se pensarmos no famoso beijo de Judas que se tornou, posteriormente, um estigma de traição. O beijo está presente em diferentes movimentos estéticos e é retratado de uma forma bem plural. Confira, a seguir, a primeira parte da nossa lista.

 

“O beijo”, de Auguste Rodin

“O beijo”, de Auguste Rodin

Produzida em 1887, a escultura está permanentemente exposta em Paris, no Museu Rodin. Apesar do nome da obra, veja que os lábios do casal (Francesca da Rimini e o irmão caçula de seu marido) não chegam a se tocar, sendo, assim, um beijo interrompido. Uma curiosidade: a história dos amantes é retratada por Dante Alighieri  em A divina comédia.

“O beijo”, de Marc Chagall

“O beijo”, de Marc Chagall

Você já aprendeu conosco um pouco sobre a vida de Chagall, não é mesmo? O que não te contamos é que ele também deu a sua contribuição para os beijos da História. Produzida em 1905, a obra “O beijo” integra o museu de arte moderna em Manhattan, Estados Unidos. Segundo os estudiosos, a cena retrata o beijo (real) que o artista recebeu de sua esposa no aniversário da amada. Verdade? Não sabemos! Fato é que podemos ver que homem da cena está romanticamente bem feliz, não é mesmo?

“O beijo”, de Gustav Klimt

“O beijo”, de Gustav Klimt

Datada aproximadamente em 1907/1908, a obra é umas das mais famosas do artista austríaco. As interpretações sobre ela são as mais diversas possíveis: da união erótica à compreensão das diferenças de gênero/identidade sexual. E você, o que acha?

“O beijo”, de Pablo Picasso

 

“O beijo”, de Pablo Picasso

De estética cubista, “O beijo”, de Picasso foi produzido em 1967 à lápis. A obra, atualmente, está no museu homônio ao pintor em Paris. Em uma perspectiva aparentemente enigmática, a cena é um beijo de casal bem expressivo, concorda?

 

E tem beijo com a cabeça tampada? Claro que tem. Em 1928, René Magritte pintou os amantes:

“Os amantes”, de René Magritte

 

Sentiu falta de algum beijo?  Não se preocupe que a lista não acaba por aqui. Em “Beijos famosos na Arte: parte II”” você se surpreenderá ainda mais.

Até lá.